Proclamação da República

15 de Novembro de 1889 Brasil tornava-se uma REPÚBLICA.

A atual REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.

Palavra de origem latina que desdobrando-a tem o seguinte significado.

RES -> coisa

PUBLICA -> pública

Ou seja, coisa pública, coisa do povo. É o poder emanado do povo.

Mas…………… A coisa está crítica, o povo coloca os seus representantes nos poderes legislativos e executivos, e daí então está tudo certo, esses representantes fazem do país um verdadeiro circo e todos fazem vista grossa. Todos sabem que Brasília volta e meia tem alguma manifestação popular, mas é raro de ver essas manifestações na emissora de televisão mais assistida do país, a Rede Globo.

É de dar inveja quando os noticiários mostram o povo europeu indo às ruas para reivindicar seus direitos, são países de primeiro mundo porque aprenderam a não ficar calado. É vergonhoso mas a nossa república é a unica que foi necessário uma lei para que pessoas que estivessem respondendo processos, os fichas sujas, não pudessem se candidatar.

Essa semana ouvi uma pessoa falar “Que maravilha, essa semana tem feriado!”, quando uma outra pessoa perguntou que feriado era, a resposta foi feriado de 15 de novembro, não sabendo nem o que aconteceu em um determinado 15 de novembro. Agora quando pergunta qual feriado tem no mês de fevereiro, certamente que vai saber responder com todas as letras carnaval.

Esse é o nosso país, esta é a nossa república, do jeitinho brasileiro, do deixa a vida me levar, e de jovens que não sabem que o país tem um nome, que não é simplesmente Brasil, mas sim REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.

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Ato de Repulsa

Quando ouvimos frases como as escritas abaixo, infelizmente temos que engolir e ficar quietos!!!

“O Brasil não é um país sério” (Charles de Gaule).

“Que país é este que junta milhões numa marcha gay, muitas centenas numa marcha a favor da maconha, mas que não se mobiliza contra a corrupção?” (07/07/2011 Juan Arias, correspondente no Brasil do jornal espanhol El País)

Um motorista do Senado ganha mais para dirigir um automóvel do que um oficial da Marinha para pilotar uma fragata!
Um ascensorista da Câmara Federal ganha mais para servir os elevadores da casa do que um oficial da Força Aérea que pilota um Mirage.

Um diretor que é responsável pela garagem do Senado ganha mais que um oficial-general do Exército que comanda uma Região Militar ou uma grande fração do Exército.

Um diretor sem diretoria do Senado, cujo título é só para justificar o salário, ganha o dobro do que ganha um professor universitário federal concursado, com mestrado, doutorado e prestígio internacional.

Um assessor de 3º nível de um deputado, que também tem esse título para justificar seus ganhos, mas que não passa de um “aspone” ou um mero estafeta de correspondências, ganha mais que um cientista-pesquisador da Fundação Instituto Oswaldo Cruz, com muitos anos de formado, que dedica o seu tempo buscando curas e vacinas para salvar vidas.

O SUS paga a um médico, por uma cirurgia cardíaca com abertura de peito, a importância de R$ 70,00, bem menos doque uma diarista cobra para fazer a faxina num apartamento de dois quartos.
Precisamos urgentemente de um choque de moralidade nos três poderes da união, estados e municípios, acabando com os oportunismos e cabides de emprego.

Os resultados não justificam o atual número de senadores, deputados federais, estaduais e vereadores.

Temos que dar fim a esses “currais” eleitorais, que transformaram o Brasil numa oligarquia sem escrúpulos, onde os negócios públicos são geridos pela “brasiliense cosa nostra”.

O país do futuro jamais chegará a ele sem que haja responsabilidade social e com os gastos públicos.

Já perdemos a capacidade de nos indignar.

Porém, o pior é aceitarmos essas coisas, como se tivesse que ser assim mesmo, ou que nada tem mais jeito. Vale a pena tentar.

ISPÍIA AKI!!!

Economia no Brasil

Pessoal, hoje venho aqui discorrer sobre um assunto bem vasto, que merece um pouco de nossa consideração, visto que, tem sido amplamente divulgado na mídia, e com o fim da “morte da Norma”, as “coisas”, voltam á normalidade. Vamos conversar um pouco sobre a quantas anda a nossa economia. Se fosse há alguns anos atrás, ficaríamos preocupados, pois éramos sobrepesados por uma inflação acachapante, onde um preço não se mantinha fixo por mais de um dia. E quando existiam as URV’s, UFIR’s e por aí vai. Felizmente podemos dizer que temos uma moeda forte, que teve seu início, meio duvidoso, meio manobra política e que com o tempo vem se firmando cada dia mais. Estamos ainda bem longe do ideal, ainda carregamos nas costas uma das maiores taxas de juros mundial; é de rir, pois enquanto nos EUA, com a crise toda, eles estavam na dúvida de aumentavam para 0,05% ao ano ou mantinham 0,01% os juros, nós aqui não sabíamos se passávamos para 12,50 ou 12,75. Somos novos, ainda estamos aprendendo, mas estamos impressionando bastante os investidores, reflexo do empenho das empresas e de seus empregados de seguir lutando contra o mercado chinês, com a queda do dólar. Nossa moeda tem se mostrado de certa forma, blindada às intempéries do mercado financeiro. Ainda temos muitos especuladores, mas fazem parte do processo. É de orgulhar que enquanto países considerados sólidos, consistentes se mostrem tão frágeis e simplesmente mascarados por um poderio duvidoso. Quem diria os EUA pertinho do “calote”, e o estardalhaço do rebaixamento da nota… O Brasil tem tudo para dar certo, está quase no caminho certo, e precisa de mais pessoas certas. Material humano temos, temos é que correr atrás. “Nunca antes na história deste País, tivemos em tão bom momento econômico, mesmo com todas as dificuldades.”

Um abraço a todos, e até a próxima!

Márcio Campos