Reflexão

Queria eu ter dinheiro para acabar com a fome do mundo.

Queria eu ter condições de abrigar os desabrigados.

Queria eu ter voz para que me escutassem.

Queria eu saber me calar quando já não suportam minha voz.

Queria eu ter uma vida tranquila.

Queria eu ter um milhão de amigos.

Mas dinheiro eu não tenho.

Casa para servir de abrigo eu não tenho.

Voz firme para o povo ouvir não tenho.

Entender que não sou conveniente muitas vezes me falta isso.

Uma vida tranquila, é sem emoção e isso eu não quero.

Um milhão de amigos também não quero, que seja um amigo – mas que seja verdadeiro.

A todos os erros uma chance de recomeço.

Crescer, amadurecer, faz parte do nosso desenvolvimento, seja com oito ou oitenta anos.

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3 thoughts on “Reflexão

  1. Sou fã do Toquinho, um dos maiores cantores e compositores que o Brasil nos deu.Sou tão fã dele que duas músicas de sua autoria, servem como trilhas sonoras em momentos marcantes da vida de meus filhos.Aquarela, era a canção de ninar que cantava quando meu filho Pedro tinha pouco mais de um ano.Já O Caderno, é a que visualizo a pequena Quésia, minha princesinha.Porém, quando recebi um CD do Padre Fábio de Melo, e ouvi a reflexão que ele faz do Caderno, não pude me conter.E é por isso, compartilho com os internautas que acessam esse humilde blog.Boa lei turaO Caderno (Toquinho)Sou eu quem vou seguir você do primeiro rabisco até o bê-a-bá em todos os desenhos coloridos vou estar a casa, a montanha, duas nuvens no céu e um sol a sorrir no papelSou eu que vou ser seu colega, seus problemas ajudar a resolver lhe acompanhar nas provas bimestrais, você vai verSerei de você confidente fiel, se seu pranto molhar meu papelSou eu que vou ser seu amigo, vou lhe dar abrigo, se você quiser quando surgirem seus primeiros raios de mulherA vida se abrirá num feroz carrossel, e você vai rasgar meu papel.O que está escrito em mim comigo ficará guardado, se lhe dá prazer. A vida segue sempre em frente, o que se há de fazer.Só peço a você um favor, se puder não me esqueça num canto qualquer.

  2. Por fim, um ‘dedin’ de prosa acerca do PSDB, representado pelos irmãos, Loudinha e Manelzinho de Pipiu. Como já foi dito em outro artigo anterior, faltou ao PSDB perceber a leitura do jogo ao longo das conversas dentro do grupo da oposição.

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